segunda-feira, 18 de abril de 2011

A terra do Nunca

Atualmente a terra do nunca tem outro nome, FAKE, pode ser um mundo perigoso, pode, mas ao mesmo tempo pode ser um mundo extremamente prazeroso em que você sente que faz parte de alguma coisa, você deixa de ser você e passa a ser aquilo que você desejaria ser, mas não pode ou não tem coragem, o FAKE é um lugar que você conquista amigos inesquecíveis, uma família, e às vezes quem sabe até um amor.

Ao entrar naquele mundo você esquece os seus problemas e consegue se dar o luxo de ser feliz, nem que seja por uma fração mínima de tempo, conquistar aquilo que você não conquistou. É difícil descrever algo que é público e ao mesmo tempo tão particular, o FAKE é único, é um lugar onde tudo pode acontecer.

O FAKE conseguiu fazer o impossível, transformar a vida de todos problemática, cansativa em algo perfeito. Um lugar que até Peter Pan teria inveja, afinal quem tem não vive sem.


http://www.youtube.com/watch?v=DKMwXvpZMCU


Texto com a parceria de: Maria Eduarda (Dudinha)

terça-feira, 12 de abril de 2011

ô molecada vocês estão de sacanagem

Parece que hoje sob minhas mãos, só estão saindo temas polêmicos, gosto de conversar sobre isso, pois sempre a cada conversa a cada opinião que eu escuto, aprendo um pouco mais sobre o tema.

Estávamos conversando sobre o massacre do Rio de Janeiro e como conseqüência passamos para o tema Bulliyng e uma colega me informou que a Capricho havia lançado várias reportagens sobre o Bulliyng, como odeio falar com alguém sem ter um entendimento maior sobre o tema resolvi ler essas tais reportagens, ao final de cada uma delas eu pensava: “Contraditório, uma das revistas que mais propagam o Bulliyng está publicando uma série de reportagens contra o mesmo.” Então resolvi escrever sobre esse tema, que é uma das maiores causas do Bulliyng: as “Modinhas”.

Antes que fãs de Restart, Cine e outras me critiquem ou qualquer outra ação do gênero deixe-me explicar, quando falo de modinha me refiro á essas ondas que a população maçante segue sem saber ao menos o que é. Eu sou fã de Percy Jackson, não por que é uma modinha, mas por que eu li gostei do enredo e gostei de como Riordan adaptou a mitologia grega aos tempos modernos. Adolescentes em geral (e eu me incluo também), são altamente influenciáveis pela mídia e segue o padrão de gostos, roupas e estilo corporal que eles impõem. Quantas garotas se via com aquelas tiara fininha antes da Capricho falar? E depois? Muitas ainda depois do estouro da Manu Gavassi, galera isso é tudo influencia, se você acha bonito porque não usava antes? Mas o que me mata ainda nem é isso, é essas menininhas (falo meninas por ser a maioria, homem também esta caindo nessas armadilhas) se matando para ter o corpo dessas modelos de revista jovem, e isso leva a doenças como: depressão, bulimia, anorexia... Galera, vocês não precisam seguir padrões de beleza para serem bonitos, eu sou gorda, baixa, preta e do cabelo encaracolado, minha mãe me acha a pessoa mais linda do mundo e eu também, isso é o suficiente pra mim e eu estou muito feliz assim, tenho amigos que gostam de mim do jeito que eu sou, e isso pra mim é muito mais importante e especial do que estar na moda, se eu for me importar com que os outros pensam eu estaria na cama chorando rios de lágrimas, e não estaria escrevendo para tentar conscientizar vocês. (Nota da autora: galera me refiro a Capricho na maior parte do texto, por ser um exemplo mais prático para a galera jovem, mas não é só ela, são vários outros meios de comunicação).

Vocês podem achar que é brincadeira, e que isso é um assunto idiota, mas não é. Isso é um assunto sério que deve ser levado muita consideração, sejam vocês mesmos, porque vocês não brincam, xingam, humilham pessoas que esta na “moda”, vocês fazem isso com pessoas diferentes, e enquanto vocês riem de mim porque sou diferente, eu rio de vocês por serem todos iguais.

O jogo da Vida

Hoje no colégio nós estavamos conversando sobre a vida e como tudo nela era refletida como se fosse um jogo, e então eu resolvi escrever meu primeiro post nesse blog sobre isso.
Pense um instante e perceba como é de um recém formado no ensino médio, sempre pensando em vestibular, concurso público e essas coisas, isso tudo são competições onde só os melhores são selecionados e você quer estar entre os melhores e você irá lutar por isso, só que sempre vai haver alguém lutando mais que você. Só que então eu pensei: "E eu? Do que eu seria capaz de fazer para ser a melhor?" Porque se você for reparar quem hoje é seu melhor amigo amanhã pode ser seu oponente para uma vaga de um emprego, ou para uma vaga de faculdade e aí? Nesse momento a amizade e o coleguismo vale a pena serem analisados como fatores realmente importantes?
Respeitando qualquer tipo de outra opinião, eu acredito que não. Só porque a pessoa é sua amiga você vai perder uma oportunidade? Nesse mundo onde só o mais capacitado sobrevive é cobra comendo cobra, se duvidar seu "amigo" não faria o mesmo por você. Você não deve abrir mão de seus motivos por motivos como esse. E infelizmente eu devo concordar que algumas pessoas começam com esse pensamento desde o ensino médio, neste momento eu discordo, afinal o colégio também é um local onde se deve construir amizades.
Em contrapartida, nós não conseguimos nada sozinhos, precisamos de outras para nos apoiarmos, para conversar e nos dar conselhos, e se vê que ás vezes é bom ter alguém para ser seu aliado e não seu rival.
Essas duas opções de ações devem ser analisadas friamente no contexto de cada um, e depois ver qual seria mais propicia, pode até ser que o melhor seja unir os dois. Depois de pensar sobre isso eu decidi que o jogo da vida é um jogo que o prazer não esta em superar os oponentes mas sim, como diz um grande sábio amigo meu, em superar os seus própios limites e conseguir enxergar sua plena capacidade.